Bem Estar Possível

Pausa, respiro e o pé no chão

  • Plantas seguras para pets e crianças: como escolher

    Plantas seguras para pets e crianças: como escolher

    Depois de renovar as cores das paredes, o próximo passo para trazer vida a um ambiente é, sem dúvida, incluir plantas. Elas purificam o ar, trazem frescor e um alívio visual imediato. Mas, a escolha do “verde” não pode ser baseada apenas na beleza e sim, por serem seguras para pets e crianças.

    Muitas plantas comuns em decorações são altamente tóxicas se ingeridas ou até mesmo pelo contato. Como o bem-estar deve ser completo, precisamos aliar a estética com a segurança.

    Atenção: O que evitar (Plantas Tóxicas)

    Antes de ir à floricultura, anote estas espécies que devem ficar longe do alcance de crianças e animais:

    • Comigo-ninguém-pode: Uma das mais perigosas, pode causar inchaço grave na garganta.
    • Espada-de-São-Jorge: Embora linda e resistente, possui substâncias que causam salivação e irritação.
    • Jiboia: Muito popular em prateleiras altas, mas tóxica se mastigada.
    • Copo-de-leite e Antúrio: Contêm cristais de oxalato de cálcio que provocam dor intensa e queimação.

    O “Verde Liberado”: Plantas Seguras para pets e crianças

    Para decorar sem medo, aqui estão algumas opções que trazem bem-estar e são amigáveis aos pets e aos pequenos:

    • Clorofito (Paulistinha): Ótima para purificar o ar e totalmente inofensiva.
    • Calathea (Maranta): Além de terem folhas com desenhos incríveis, são seguras para gatos e cães.
    • Orquídeas: Uma das flores mais elegantes e que não oferecem risco de toxicidade.
    • Samambaia Americana: Perfeita para pendurar, criando uma “selva urbana” segura.

    Dica Pé no Chão

    Mesmo as plantas seguras para pets e crianças podem causar desconforto se ingeridas em excesso. O ideal é educar as crianças e observar o comportamento dos pets. Se você tem um animal que adora cavar ou mastigar folhas, prefira vasos suspensos ou prateleiras mais altas. Afinal, o bem-estar é saber que todos na casa — de duas ou quatro patas — estão protegidos.

    Para ajudar na identificação visual, recomendo dar uma olhada nesta lista do Jardineiro.net com fotos de 15 plantas tóxicas para pets. É um guia visual muito útil para não errar na hora da compra

    Você já teve que abrir mão de alguma planta por causa dos seus pets ou crianças? Qual a sua “queridinha” segura hoje? Conte para mim nos comentários!

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  • Nova cor, nova energia: o que considerar antes de pintar as paredes

    Nova cor, nova energia: o que considerar antes de pintar as paredes

    Escolher a pintura de paredes e bem-estar caminham juntos quando decidimos renovar nossa casa. Mudar a cor de uma parede é quase como mudar de fase. A tinta nova traz aquele frescor de recomeço, limpa o olhar e renova o ambiente. Mas, se você está no meio de uma reforma, sabe que a escolha vai muito além da estética — principalmente quando a casa é cheia de vida, com crianças e pets circulando.

    Antes de abrir a lata, vale lembrar: não se sinta obrigada a escolher a “cor do ano” só porque ela está em todo lugar. A cor certa é aquela que faz você se sentir bem no seu refúgio. Outro ponto fundamental é a iluminação: cores claras refletem a luz e deixam o ambiente mais amplo e iluminado, enquanto tons escuros absorvem a luz e trazem mais aconchego, mas podem “fechar” o espaço se ele já for pequeno. Lembre-se que, muitas vezes, a ideia que temos na cabeça não fica exatamente igual quando vai para a parede — por isso, o teste de cor é seu melhor amigo!

    Pintura de paredes e bem-estar: Minhas dicas pé no chão:

    • O cálculo da tinta: Para não sobrar baldes parados (e dinheiro jogado fora) nem faltar tinta no meio do trabalho, antes de mais nada, calcule a área. Meça a largura e a altura da parede, multiplique as duas para ter os metros quadrados e subtraia as áreas de portas e janelas. Caso todas as paredes tenham a mesma medida, multiplique por quatro, se a outra parede tiver medida diferente, faça o mesmo cálculo e multiplique a soma das duas áreas por dois. Não esqueça o número de demãos que serão necessárias, bem como, uma sobra para possíveis retoques futuros. Confira o rendimento na lata do fabricante — é a melhor forma de comprar a quantidade justa.
    • Praticidade para a “vida real”: Paredes são alvos de mãos sujas, patas e brincadeiras. As tintas laváveis são o melhor investimento. A facilidade de passar um pano úmido e ver a mancha sair poupa muita frustração.
    • Acabamento: O fosco ajuda a esconder imperfeições da parede (comum em reformas), mas o acetinado costuma ser mais resistente à limpeza pesada.
    • Cuidado com os moradores de quatro patas: Escolha tintas de baixo odor (baixo VOC). O olfato deles é sensível e a saúde da família vem primeiro. Garanta que pets e crianças fiquem longe até que esteja tudo bem seco.

    Mudar a casa exige paciência e faz sujeira, mas o alívio visual de ver uma parede renovada é um carinho na nossa saúde mental.

    E por aí? Você já teve alguma experiência em que a cor na parede ficou totalmente diferente do que você imaginou? Me conte nos comentários!

    Se você gostou deste post, veja também como a organização da casa ajuda na nossa saúde mental

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  • O que os animais nos dizem quando param de latir: lições com a Olívia

    O que os animais nos dizem quando param de latir: lições com a Olívia

    Muitas vezes, acreditamos que cuidar de um pet se resume a comida, vacinas e um teto. Mas, quando eles chegam à fase sênior — como a minha Olívia — a linguagem muda. Ela deixa de ser barulhenta e passa a ser feita de gestos, olhares e, principalmente, de silêncios que precisamos aprender a ler.

    A Olívia tem 15 anos e frequenta a creche duas vezes por semana. Recentemente, teve um dia em que ela simplesmente não quis ir. Eu poderia ter insistido, achando que “seria bom para ela se exercitar”, mas escolhi ouvir. Respeitei o limite dela e ficamos em casa. Nos dias seguintes, ela foi normalmente, feliz da vida.

    O Bem-Estar através do Respeito

    Cuidar de um animal idoso é um exercício profundo de empatia. Eles falam conosco o tempo todo, mas nem todo mundo para para ouvir. Aqui estão alguns pontos que aprendi nessa jornada:

    • Respeite o novo ritmo: A caminhada que antes durava 30 minutos agora pode levar 10, ou talvez nem aconteça. E está tudo bem. O importante é a qualidade do tempo juntos, não a distância percorrida.
    • Entenda o “não”: Se o seu pet reluta em subir no carro, em brincar ou em sair de casa, não force. O corpo deles dói, o cansaço é real e a vontade de apenas descansar deve ser soberana.
    • Adapte o ambiente: Tapetes que não escorregam e acessos facilitados são formas de dizer “eu te amo” na linguagem deles.
    • Aprenda a ouvir o silêncio: Um pet sênior não precisa latir para pedir atenção; às vezes, ele só precisa saber que você está por perto enquanto ele tira um cochilo ao sol.

    A vida com um animal idoso é mais lenta, mas é infinitamente mais profunda. É um lembrete diário de que todos nós teremos nossos limites um dia, e o maior presente que podemos receber é o respeito por eles.

    E por aí? Você tem um pet velhinho em casa? Já parou para “ouvir” o que ele está tentando te dizer hoje? Vamos conversar nos comentários.

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  • Reforma na casa, reforma na alma: por onde começar?

    Reforma na casa, reforma na alma: por onde começar?

    Muitas vezes, a gente olha para a bagunça de uma reforma ou para aquele cantinho da casa que parece um caos e sente um aperto no peito, pois, se o ambiente está pesado, a nossa saúde mental também padece. Contudo, o contrário também é muito comum: o ambiente fica pesado como um reflexo direto do momento que estamos vivendo em relação à nossa saúde mental. Quando o cansaço interno é grande, manter o externo em ordem parece uma montanha impossível de escalar.

    Quem me acompanha sabe que eu prezo pelo bem-estar possível. Não é aquele bem-estar de revista, perfeito e intocável. É o bem-estar real de quem tem crianças e pets circulando pela casa, de quem trabalha e de quem está sempre em movimento. Uma casa com alma tem marcas, tem pelos de gato, tem brinquedos de crianças espalhados e tem história.

    Se você sente que a desorganização ao seu redor está refletindo um momento difícil, minha dica “pé no chão” de hoje é dar um pequeno passo para quebrar esse ciclo.

    Para hoje:

    • Escolha apenas uma gaveta: Não tente enfrentar a casa inteira. Escolha um espaço pequeno. Pode ser a prateleira dos seus produtos, o cantinho dos pets ou aquela gaveta da cozinha que guarda de tudo um pouco.
    • O método das 3 pilhas: Retire absolutamente tudo de dentro dessa gaveta. Depois, organize o conteúdo em três montes: o que permanece, o que vai para doação ou venda, e o que é definitivamente lixo.
    • Sinta o alívio: Ver o fundo da gaveta limpo e apenas com o necessário traz uma sensação de microcontrole que acalma a mente. É a prova de que você consegue cuidar de si, um passo de cada vez.

    Em suma, organizar não é esconder a vida ou fingir que está tudo perfeito, é abrir espaço para a mente respirar melhor. A reforma externa demora e faz sujeira, todavia, essa pequena “reforma interna” pode começar com uma única gaveta.

    Dica Extra: Ferramentas que ajudam (sem complicar)

    Se você sentir que ter divisórias ajuda a manter a ordem que você conquistou, aqui estão alguns organizadores que eu gosto e que facilitam a vida no dia a dia. Todavia, lembre-se: o mais importante é o processo de destralhar que você já fez!

    Colmeias Organizadoras – Kit com 2 – ideal para roupas íntimas, meias, gravatas, roupas de bebê e pet — [LINK AQUI]

    Organizador Multiuso para gavetas, armários, geladeira , em acrílico — Ótimo para separar os utensílios ou materiais de escritório – [LINK AQUI]

    Cestos Multiuso – Para brinquedos ou lavanderia — [LINK AQUI]

    Lembrando: o mais importante não é o organizador em si, mas o processo de decidir o que realmente merece ficar no seu espaço e na sua vida.

    E por aí? Você sente que sua casa reflete seu estado de espírito hoje? Me conte aqui nos comentários, vamos trocar experiências sobre essa nossa jornada!

    One response to “Reforma na casa, reforma na alma: por onde começar?”

    1. Avatar de odeti

      Amo abrir uma gaveta e encontrar logo tudo que preciso!

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  • O que combina com a sua felicidade?

    Uma mesa de madeira rústica com um notebook, ladeada por um bambu da sorte e uma suculenta. Ao fundo, uma parede lilás com um quadro de uma cachorrinha iluminado por pendentes

    Lembro-me de ter lido, há algum tempo, uma crônica (creio que do mestre Luis Fernando Veríssimo) que contava a história de uma mulher que, após receber uma herança inesperada, decidiu transformar a sua vida.

    O processo começou de forma sutil: primeiro, ela trocou os móveis da sala por peças de design sofisticado. Logo percebeu que aqueles móveis não combinavam com as paredes da casa, então comprou uma mansão luxuosa. Já instalada no novo endereço, sentiu que o seu antigo marido não “harmonizava” com aquele ambiente impecável e decidiu trocá-lo por um que parecesse saído de uma capa de revista.

    No final, cercada pelo que havia de mais elegante, caro e perfeito, ela se sentou na sua sala de estar e percebeu o erro fatal: ela mesma era a única peça que não combinava com aquele cenário.

    O perigo de se tornar estrangeiro na própria vida

    Esta história é uma metáfora poderosa sobre como podemos perder a nossa identidade enquanto perseguimos um ideal de “sucesso” que nos foi vendido. Quantas vezes não nos sentimos impelidos a trocar o que temos por algo “melhor”, sem antes perguntar se esse “melhor” realmente tem um lugar guardado para quem somos de verdade?

    Não se trata de romantizar a pobreza

    Quero deixar algo muito claro: este blog não nasceu para romantizar a escassez. Querer viver melhor, ganhar mais e desfrutar do conforto é legítimo e saudável. O progresso faz parte da natureza humana e todos devemos lutar para que a nossa realidade material seja a melhor possível.

    A questão aqui não é o ter, mas o porquê.

    Viver com o pé no chão significa ter a consciência de que cada nova aquisição ou mudança de estilo de vida deve servir para nos dar liberdade, e não para nos aprisionar em um personagem que não conseguimos sustentar.

    Perguntas de “Pé no Chão”

    Antes de decidirmos que algo precisa ser “trocado” ou “atualizado” na nossa vida, vale a pena fazer três perguntas simples:

    1. Eu quero isso ou me disseram que eu deveria querer? (É um desejo genuíno ou pressão social?)
    2. Isso facilita a minha rotina ou apenas complica a minha paz?
    3. Eu continuo me reconhecendo dentro desta nova escolha?

    O luxo de se sentir em casa

    O requinte que realmente importa não é o brilho dos móveis ou o prestígio do endereço. A perfeição real é a capacidade de se sentir em casa dentro da própria pele e das próprias escolhas.

    Antes de mudar os móveis da sua sala — ou os rumos da sua vida — certifique-se de que você ainda terá um lugar confortável para se sentar quando o barulho da novidade passar.

    …E isso vale para tudo: desde as grandes escolhas da vida até a cor da parede da nossa sala. Na foto que ilustra este post, você vê a minha mesinha antiga de madeira (herança da minha tia) e a minha parede lilás. Podem não ser o ‘branco estéril’ que está na moda, mas são as cores e as memórias que combinam comigo e me fazem sentir em casa. E é isso que importa.

    Pausa, respiro e o pé no chão. Sempre.

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  • Antes de mudar o móvel de lugar: o seu “Kit Sobrevivência” para reformas e decoração

    Vai reformar ou comprar móveis novos? Confira o kit essencial de ferramentas “pé no chão” para não errar nas medidas e garantir o seu bem-estar.

    Mudar a casa traz um respiro novo, mas nada destrói mais o bem-estar do que um sofá que não passa na porta ou uma TV instalada torta na parede. Antes de se empolgar com as compras ou começar a arrastar os móveis, você precisa de um “kit básico” de pé no chão.

    Aqui estão os itens que eu não abro mão e que vão te salvar de muitas ciladas:

    1. Trena ou Metro (O seu melhor amigo)

    Não confie no “olhômetro”. Meça a parede, meça o móvel e, principalmente, meça o espaço de circulação ao redor. Lembre-se: o papel aceita tudo, a parede não

    2. Nível: O fim do “está um pouquinho torto”

    Seja para instalar um suporte de TV, uma prateleira ou um quadro maior, o nível é indispensável. Ele garante que um lado não fique mais baixo que o outro. Hoje existem desde os modelos clássicos de bolha até os níveis a laser, que projetam a linha certinha na parede. Claro que também podemos dar um jeitinho usando a trena ou o metro para marcar a altura corretamente, medindo de um lado e depois do outro.

    • Dica: Se não tiver um físico, existem aplicativos de nível para celular, mas o de bolha ainda é o mais confiável para obras.

    3. Calculadora (Pode ser a do celular!)

    Fazer conta de cabeça no meio da bagunça é pedir para errar. Use a calculadora para somar as larguras e ver se sobra espaço para você caminhar com conforto.

    4. Jornal ou Papelão: O segredo do “Móvel Fantasma”

    Esta é a minha dica de ouro: antes de comprar, faça um recorte no chão usando jornal ou papelão no tamanho real do móvel.

    Atenção ao detalhe: Não meça apenas o móvel fechado! Observe se ele tem portas ou gavetas e se haverá espaço para abri-las totalmente sem bater no batente ou em outro móvel. Descobrir que a porta do armário não abre totalmente depois de montado é uma frustração que o papelão evita.

    5. Fita Crepe, Cola,Tesoura e Estilete

    A fita crepe serve para marcar na parede onde os quadros vão ficar sem estragar a pintura ou proteger rodapés e o forro quando for pintar a parede. A cola e a tesoura (ou estilete) são para os ajustes rápidos e para preparar os seus moldes de papelão.


    Por que ter esse cuidado?

    Ter essas ferramentas à mão antes de bater o martelo na compra garante que a sua mudança traga paz, e não dor de cabeça. O bem-estar começa no planejamento e termina com tudo no seu devido lugar (e bem retinho!).

    Do metro de costura ao laser: o importante é começar

    É claro que, quando olhamos os catálogos, a trena a laser acaba virando um objeto de desejo — ela é rápida, tecnológica e facilita muito a vida. Mas a verdade é que nem sempre temos condições (ou necessidade) de começar com uma peça dessas.

    Existe uma variedade enorme de modelos no mercado, dos mais caros aos mais baratinhos. E quer saber? Se você não tem uma trena profissional agora, aquele metro de costureira que está guardado na gaveta ou até uma régua escolar já quebram um galhão para pequenas medidas.

    O bem-estar não vem da ferramenta mais sofisticada, mas sim do cuidado e do carinho que você coloca em cada centímetro da sua casa. Comece com o que você tem, planeje com o que pode e aproveite o processo!

    Dicas de onde encontrar as ferramentas mencionadas:

    Trenas ou metros:

      Opção Econômica: [Fita métrica na Shopee]

      Opção Padrão: [Trena de aço 5 metros na Shopee]

      Desejo (Laser): [Trena a Laser digital na Amazon]

      Nível:

        Opção Econômica: [Nível torpedo na Shopee]

        Opção Padrão:[Nível manual na Shopee]

        Desejo (Laser): [Nível a Laser na Amazon]

        O meu “Achado” favorito

        Eu sempre achei que ter uma trena com nível era algo fora da realidade para quem está começando, mas olha que surpresa boa: encontrei uma opção por R$ 22,90 na Amazon que é super bem avaliada por quem já comprou. É a prova de que dá para ter precisão e ferramentas boas sem gastar uma fortuna.

        [Trena Nível a Laser 3 em 1 na Amazon]

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      1. Manifesto: Bem-estar Possível

        Manifesto: Bem-estar Possível

        O que é, afinal, o bem-estar possível?

        Não é sobre a perfeição das capas de revista, nem sobre rotinas impossíveis de quem vive apenas para as redes sociais. O bem-estar que acreditamos aqui é aquele que cabe na sua rotina, entre um café e um compromisso, entre o cuidado com a casa e o cuidado com a mente.

        Nossos Pilares:

        • Pausa: O direito de parar, respirar e não fazer nada por alguns minutos, sem culpa.
        • Respiro: Encontrar fôlego em meio ao caos do dia a dia, priorizando o que realmente importa.
        • Pé no Chão: A consciência de que a vida real tem imprevistos, e que está tudo bem não dar conta de tudo o tempo todo.

        Este blog nasce para ser um refúgio de realidade. Aqui, vamos falar sobre organização, cuidados e, acima de tudo, sobre como viver de forma mais leve e autêntica.

        Seja bem-vindo(a) à sua pausa necessária.

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      Pausa, respiro e o pé no chão